quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Acervo -Rebeca Vitória n.25

  MASP-Museu de Arte de São Paulo
O MASP é considerado hoje o mais importante museu de arte do Hemisfério Sul, por possuir o mais rico e abrangente acervo. São cerca de 8.000 peças, em sua grande maioria de arte ocidental, desde o século IV a.C. aos dias de hoje.
 São destaques da Coleção do MASP as obras de Rafael, Bellini, Andrea Mantegna e Ticiano, na Escola Italiana.
Retrato do conde-duque de Olivares(1624)
 O MASP também possui a coleção completa de 73 esculturas de Edgar Degas, além de 3 pinturas do artista.
A Arte Espanhola está representada por El Greco, Goya, Velázquez, e a Arte Inglesa por Gainsborough, Reynolds, Constable e Turner, entre outros. Dentre os flamengos, citamos Rembrandt, Frans Hals, Cranach e Memling e o tríptico de autoria de Jan Van Dornicke.

São muito reconhecidas as obras de:George Romney,Edouard Manet, Rembranat Harmensz Van Rijin, Thomas Laurence, Vicent Van Gogh, Pirre Auguste Renoir, Pablo Ruiz Picasso, Diego Rodríguez de Silva, Jean-Antoine Houdon e Tiziano Vecellio.


Autores famosos da Idade Média :Biago'd Antonio, El Greco Domenikos Theotokopoulos, Mestre da Familia Artés, Jeaan-Auguste-Dominique Ingres, Gustave Courbet, Abel Dominique Boyé, Pierre Bomnard, Pierre Auguste Renoir, Claude Monet e Jean-Baptist Simeon Chardin.


Fontes: Livro "Guia de Museus Brasileiros"
Pesquisa de campo no MASP e no site.


 
MASP

Isabella Neiva n.14 7A - MASP

Acervos
No MASP, eu e minha equipe vimos variadas obras que me intrigaram muito. Autores diferenciados como: Pierre Auguste Renoir, Edouard Manet, Van Gogh,Francisco José Goya, Candido Portinari e entre outros. Obras muito variadas por como por exemplo: A amazona - Retrato de Marie Lef'ébvre de Edouard Manet. A maioria das obras tinham como técnica o óleo sobre tela. A obra que desejo apresentrar - lhes é O retrato do Conde-Duque Olivares em 1624.
Este retrato foi feito também com pintura a óleo sobre a tela do famoso pintor DiegoVelázquez. Nesta imagem o jovem pintor retrata o conde-duque na época do Renascimento em 1624.

 Nesta imagem o jovem pintor retrata o conde-duque na época do Renascimento em 1624. O conde foi retratado como um “objeto de poder” pelo foco de sua fisionomia que foi apresentada na pintura. Conserva – se esta pintura incrível no Museu de Arte Brasileira o MASP.
FONTES: ida ao MASP

Histórico do museo- Isabel Martinsn.12 7A

Inaugurado em outubro de 1947 por Assis Chateaubriand, o Museu de Arte de São Paulo (Masp) é fruto de uma aventura de duas pessoas com visão revolucionária para sua época e apoiadas por um grupo de amigos. Fundador e proprietário dos Diários e Emissoras Associados, juntamente com o professor Pietro Maria Bardi, jornalista e crítico de arte na Itália recém chegado ao Brasil Chateubriand criou a coleção mais importante do hemisfério Sul.

Foto na frente do MASP

Fontes: Livro "Guia de Museus Brasileiros" 

domingo, 21 de agosto de 2011

Xilogravura - Juliana n° 17 7A

           Xilogravura é a técnica de gravura que se usa madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro suporte adequado.É um processo muito parecido com um carimbo.
               Para fazer uma xilogravura é preciso uma prancha de madeira e uma ou mais ferramentas de corte, com as quais se cava a madeira de acordo com o desenho planejado.
              É uma técnica em que se entalha na madeira, com ajuda de instrumento cortante, a figura ou forma (matriz) que se pretende imprimir. Em seguida usa-se um rolo de borracha embebecida em tinta, tocando só as partes elevadas do entalhe. O final do processo é a impressão em alto relevo em papel ou pano especial, que fica impregnado com a tinta, revelando a figura.
              
                                                                                    



Fontes:

sábado, 20 de agosto de 2011

Cordel – A morte da borboleta

Em uma noite tempestuosa,
Green a borboleta verde,
fugia de uma gosma pegajosa
"Jelly Man atacara novamente!"


Naquela noite, Palvo o Pavão
havia visto tudo e estava
assustado foi na delegacia, para falar com o capitão
Na delegacia, apressado Palvo logo disse:


"Socorro, socorro alguém me ajude!"
Intrigado, o Capitão pergunta:
"Má rapá, porque tu quer que te acude?"
"Houve algo horrível, uma borboleta foi morta!"


"Má tu viu o indivíduo?"
"Ele...era colorido...e pegajoso."
"Tu tem certeza que tu num tava dormindo?"
"Não, eu vi tudo... Só que, eu não vi o seu rosto gelatinoso."


Depois da denúncia de Palvo
O Capitão procurou Jelly Man
por todo lado até acha - lo e prende - lo.
Depois de um dia, o capitão chamou Palvo novamente na delegacia.


"O senhor achou Jelly Man?" - perguntou Palvo
"Não, senhor, má eu gostaria que tu discreva ele!"
Palvo estava assustado
só de lembrar dele.    


Enfim, todos já conheciam
Jelly só pela forma
que Palvo descrevia
aquilo que Jelly Man se torna.


Foram até o local
da "cena do crime"
para prender aquele marginal
gelatinoso e pegajoso.


Ao chegarem lá
notaram algo  de estranho
gritos femininos que faziam um copo quebrar
e uma medonha risada maléfica.


Aqueles gritos vieram
de um bar 
e lá sabiam
que Jelly Man estava.


Foram para lá,
e lá encontraram Jelly,
que enfim ia dar
seu golpe de matar.


O Capitão prendeu
Jelly Man, que que ficou 10 anos na prisão
e apodreceu.
Pois passara de sua data de validade.


Fim





quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Arthur Luiz Piza-Giovanna Bertolini nº08 7°A

Arthur Luiz Piza nasceu em 1928 em São Paulo, onde teve seu primeiro contato com as artes. Nos anos 40, estudou pintura e afresco com Antonio Gomide. Mudou-se em 1951 para Paris, onde passou a trabalhar no estúdio do mestre da gravura Johnny Friedlaender. Piza logo se tornou um especialista em todas as suas técnicas. Abandonou as mais tradicionais e desenvolveu uma técnica exclusiva de gravar nas placas com martelos e cinzéis de diferentes formatos. Entre 1951 e 1963, participou das Bienais de São Paulo; em 1959, da Documenta de Kassel, e em 1966, da Bienal de Veneza, ganhando o prêmio de gravura. Seu trabalho encontra-se nos acervos dos principais museus do mundo, como o Museum of Modern Art (MoMA) e o Guggenheim Museum, em Nova York, a Bibliothèque Nationale de France e o Musée National d’Art Moderne Centre Georges Pompidou, em Paris. No Brasil, seus trabalhos estão, por exemplo, no Museu de Arte Contemporânea e no Museu de Arte Moderna, ambos em São Paulo. Em 2002, a Pinacoteca do Estado organizou uma importante retrospectiva e a editora Cosac Naify lançou um catálogo de seus relevos desde 1958. Em outubro de 2008 realiza uma exposição individual no Gabinete. O Gabinete de Arte Raquel Arnaud representa o artista desde 1973.
Vive e trabalha em Paris desde 1951.

A Torre


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Maria Bonomi-Rebeca Vitória n.25

Nascida em Meina, na Itália, de mãe brasileira e pai italiano, ela se naturalizou brasileira em 1946. A partir de seu país de adoção, consolidou uma carreira de renome internacional, que se revela na pintura, na gravura, na escultura, na cenografia e em várias outras manifestações artísticas. Tendo iniciado sua formação, por sugestão de Lasar Segall, com Yolanda Mohalyi, Karl Plattner e Lívio Abramo, no começo da década de 50, hoje Maria Bonomi possui obras nos principais museus do mundo e coleciona numerosos prêmios nacionais e internacionais.

Foi gravadora, escultora, pintora, muralista, curadora, figurinista, cenógrafa e professora.
Maria Bonomi participou da 36ª Bienal de Veneza, 1972; da 2ª Bienal de Havana (Cuba), 1986; da 11ª Bienal Ibero Americana de Arte-Litografia del Fin de Siglo a 200 Años de su Invención, no Museo del Palacio de Bellas Artes na Cidade do México, 1998. No Brasil tem participado frequentemente de exposições em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Xilogravura     
xilogravura da mulher do campo

Tocando música

No bar
                


Links :http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Bonomi,
http://ymy.blogs.sapo.pt/54200.html e http://www.google.com